

Celebrado em 15 de junho, o Dia Mundial do Vento chama a atenção para a importância da energia eólica na transição para uma matriz energética mais limpa e sustentável. Neste cenário, a Bahia consolida sua posição como protagonista nacional, liderando a geração de energia dos ventos e contribuindo significativamente para o desenvolvimento econômico, a geração de empregos e a atração de investimentos.
Atualmente, o estado possui 381 usinas eólicas em operação, somando 11,8 gigawatts (GW) de potência outorgada. Os empreendimentos representam investimentos estimados em R$ 77 bilhões e foram responsáveis pela criação de aproximadamente 118 mil empregos ao longo de sua implantação.
A Bahia responde por cerca de 37% da geração eólica acumulada no Brasil nos últimos 12 meses, mantendo-se como líder nacional no setor. Em 2025, os novos parques eólicos baianos foram responsáveis por 64% do crescimento da potência instalada e da oferta de energia eólica do país, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia em exercício, Aécio Moreira, destaca que a liderança baiana é resultado da combinação entre potencial natural e políticas públicas voltadas à atração de investimentos. “A Bahia possui os melhores ventos do Brasil, com características únicas de constância, estabilidade e direção, além de um ambiente favorável para a implantação de empreendimentos de energia renovável. Isso fortalece nossa economia, gera emprego e renda e posiciona o estado na vanguarda da transição energética”, afirma.
O estado conta com um potencial anual de geração de 766,5 terawatts-hora (TWh) em projetos onshore (em terra) e 350,3 TWh em projetos offshore (no mar). Além disso, possui capacidade instalável de 195,2 GW em empreendimentos terrestres e 87,5 GW em empreendimentos marítimos, reforçando sua vocação para a expansão do setor.
A força dos ventos baianos está presente em 37 municípios que abrigam parques eólicos em operação, entre eles Caetité, Guanambi, Campo Formoso, Casa Nova, Morro do Chapéu, Sento Sé, Umburanas e Xique-Xique. Os empreendimentos impulsionam a economia local, ampliando a arrecadação municipal durante a fase de implantação e gerando oportunidades de negócios e desenvolvimento regional.
Em março de 2026, a geração eólica baiana produziu 2.312 gigawatts-hora (GWh), volume suficiente para beneficiar cerca de 49 milhões de habitantes ou aproximadamente 17 milhões de residências. O estado também registra fator médio de capacidade de 45%, índice que demonstra elevada eficiência na conversão dos ventos em energia elétrica.
O desempenho da Bahia contribui para que o Nordeste responda por cerca de 92% de toda a energia eólica gerada no Brasil. Juntos, Bahia e Rio Grande do Norte são responsáveis por aproximadamente 69% da geração nacional da fonte.
Neste Dia Mundial do Vento, a Bahia reafirma seu papel estratégico na construção de uma matriz energética cada vez mais sustentável, fortalecendo a economia verde e contribuindo para os compromissos de redução das emissões de gases de efeito estufa.
Fonte: Ascom/SDE
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